Cursos

26/11/2008 - Ecologia

 RESPOSTAS PARA MUITAS PERGUNTAS

Um casaco de peles é um produto ecológico?
Sim, porque provém da matéria-prima natural e orgânica, além de ser confeccionada com muita técnica, que possuem baixo impacto ambiental. O único verdadeiro casaco de peles é aquele que tem proveniência animal. As peles são adquiridas de fazendas com criações e do excesso do selvagem.


Temos o direito de utilizar os animais para nos vestir e alimentar?
Vestir-se e cozinhar é uma característica da humanidade. O Homem tem o mesmo direito de qualquer outra espécie de usufruir a natureza em caso de superpopulação de uma determinada espécie de animal.
Do ponto de vista ecológico será um fator importantíssimo para a harmonia e as necessidades da humanidade, com a conservação das reservas naturais.


Como pode ser "ecológico" um produto baseado na morte de um animal?
"Ecológico não significa Animalista", mesmo que a mídia tenha colocado o público em confusão.
A ecologia, realmente, se preocupa em preservar os animais no que diz respeito à espécie; o animalista salvaguardar os animais como indivíduos.
Um casaco de peles é ecológico, pois não é confeccionado com animais em vias de extinção.


Realmente é necessário criar animais para a confecção de vestuário?
Sim. Porque para comer e vestir-se o homem não pode mais ter como ponto de referência, somente a natureza.
A urbanização leva à necessidade do aumento da agricultura, diminuindo a área de vida selvagem, que se torna insuficiente para as necessidades de uma população humana cada vez mais numerosa.
Por isso a criação em cativeiro serve para suprir as necessidades do ser humano, contribuindo para manter a reprodução dos animais.


Visons e raposas de criação são animais selvagens?
Não, os animais nascem em cativeiro e são bem diferentes dos pais selvagens, pois foram selecionados por mais de 80 gerações. A criação do vison, por exemplo, são notavelmente maiores do que os seus parentes selvagens, e a taxa de reprodução são elevadíssimas.

Os animais de peleteria sofrem quando são mortos?
Não, porque estes são suprimidos com método indolor usado em animais domésticos doentes. Por esse método necessitar de autorização para ser utilizado, o mesmo deve causar a morte instantânea e sem sofrimento dos animais.

Temos o direito de utilizar os animais, da carne para alimentação, do couro e da pele para vestuário?
Os animais criados em cativeiro são muito mais reprodutivos, em relação ao ambiente onde vivem, assim o homem aproveito-se dessa situação satisfaz suas próprias necessidades. Por outro lado deve proteger o ecossistema para não colocar em perigo nenhuma espécie da fauna.

Qual a ética proposta pela associação Swiss Fur?
Ser consciente da responsabilidade em gerir a natureza e seu ambiente, devendo proteger cada espécie e adequando-se às normas nacionais e internacionais (Convenção de Washington). Promover uma legislação de proteção animal internacional, principalmente através da IUCN. Podendo dar um meio de sobrevivência às pessoas que vivem exclusivamente da natureza, valorizando o trabalho artesanal, suas técnicas e modo de vida tradicional para a confecção de artigos em peles.

O que dizem os especialistas sobre as condições dos peleteiros com relação à atividade deles?
Dr. P. Dollinger, vice-diretor do setor veterinário federal:
"O setor da peleteria há demonstrado através da sua reciprocidade sobre os problemas do controle da fauna, que o uso e a proteção dos animais selvagens não são incompatíveis entre eles. Esse é um exemplo para os outros setores industriais que utilizam a matéria prima proveniente de animais selvagens".

Harvey Jessup, Biólogo, Setor Florestal de Yukon, Canadá:
 "O uso de animais caçados é uma coisa muito sensata. Pois a população de rato mosqueado morre anualmente 70% por causa da fome, doença ou inimigos naturais. Esta população sempre persiste igual e em proporções dos alimentos disponíveis. Então porque os caçadores não podem viver da caça do rato mosqueado e usufruir dessa super população?".

Dr. E. Fredericksen, veterinário e presidente da Associação para a proteção dos animais dinamarqueses:
"Rejeito na maneira mais absoluta as monstruosas afirmações sobre a criação de animais para peleteria na Escandinávia feitas por certas organizações extremistas. As IMAGENS apresentadas e afirmações feitas NÃO correspondem à realidade e é CRUEL dizer que tal coisa seja colocada na mídia somente com o intuito de proteger os animais: ou seja, não faz HONRA aos autores dessas imagens".

Dr. B. Hunter, veterinário da Universidade de Guelph (Canadá):
"A criação comercial do vison é uma atividade econômica estável com progressos constantes na alimentação, na genética e na saúde".

Dr. Gunnar Krantz, presidente e chefe da veterinária da Federação sueca da sociedade para a proteção dos animais:
"Para ser um criador precisa amar os animais. Não é fácil trabalhar com os animais da peleteria. Cada dia da semana e por 52 semanas do ano precisa alimentá-los, curá-los e distraí-los. Senão o criador subirá muito rapidamente a uma diminuição da rentabilidade".

A nível internacional, qual seria a importância das nações que vivem principalmente dos produtos da fauna (carne, leite, peles, gordura, ossos, etc)?
No Canadá, Groenlândia, Alaska, Sibéria, Amazônia, Terra Nova, Lapônia, África, Ásia, Afeganistão e Nova Zelândia, o uso de artigos em peles é à base de vida para milhões de pessoas.

Qual artigo em peles seria o mais ecológico, o sintético ou aquela natural?
Para a fabricação do tecido sintético na base são utilizados produtos químicos. Citaremos um exemplo: um casaco de pele sintética precisa para a fabricação muitos litros de petróleo e o seu absorvimento na natureza durará muitos séculos.

Qual a proveniência das peles utilizadas na peleteria?
A maior parte das peles usadas na Alemanha (46.9% das importações) são de criação, principalmente da Escandinávia, América do Norte, Rússia, Polônia e dos Países Bálticos. As principais espécies são: o vison, a raposa, o castor spitz, o mourmaski, o gambá e a chinchila. No segundo grupo em ordem de importância com 37,8% são criações nos campos, como: carneiro, cabra, Karukul, coelho e vitelos. As peles dos animais "daninhos", pois destroem o equilíbrio da fauna ou por arruinar plantações ou outras criações, ou pelo fato de destruírem e/ou colocarem em risco as construções feitas pelo Homem (diques na Holanda), ou simplesmente propagam doenças, correspondendo ao 15,3% das importações. Estes últimos animais são; rato do musquiado, a marmota, o diabo da Tasmânia, o castor spitz, a raposa vermelha, o coelho selvagem, o coiote, a topeira e o hamster. Peles vindas da caça ou pelos indígenas como: indianos, Inuits ou esquimós, ou também para proteger a própria vida selvagem, fazem 0,2%. Essencialmente são: castor, lince vermelha, esquilo, zibelina, foca adulta, etc.

Tem uma certa contradição entre os objetivos dos defensores dos "direitos" dos animais e aqueles do movimento ecológico?
Em certos casos, sim. Em particular no Canadá. Os defensores dos "direitos dos animais" justificam os ataques às armadilhas e caçadores para o bem da fauna. As conseqüências são a destruição dos territórios ecologicamente intactos pelas indústrias! Sem mencionar a sobrevivência das populações indígenas, parte integrante do ambiente, não? O biólogo Harvey Jessup comenta que, coma proibição da caça comercial, compreende inclusive a última gestão da fauna, deveria ser feita por funcionários do estado e pagos para isso.

Quais são as conseqüências ecológicas se proibirem de utilizar os animais?
Cada espécie animal que se multiplica em um número excessivo em relação ao seu habitat, é destinada um breve termine, havendo uma auto-regulação natural, através da fome e doença. As espécies fortes se reproduziram até atingir uma superpopulação destruindo as espécies mais fracas: as lutas e o canibalismo são naturais quando há super população. Enfim, como veremos no capítulo seguinte, a proliferação de certas espécies tem e terá conseqüências desastrosas para a fauna e para o Homem.  

Os caçadores de peles salvaguardam os animais?
Naturalmente, sim! È interesse deles a não dizimar as espécies, visto que é, a atividade e a sobrevivência deles. Por isso não existe exemplo de espécie ameaçada por causa dos caçadores que trabalham para o setor da peleteria.

Quais são os meios? Como são aplicadas?
São usadas armadilhas ou arma de fogo. Particularmente, no Canadá, porque é o maior exportador de peles selvagens, armadilhas e caçadores são extremamente bem instruídos. Para obter a licença de caça, devem estar sempre cientes do funcionamento e do uso das armadilhas e sobre a quota de captura. O guarda florestal sempre verifica se estão respeitando as normas.

Porque são necessárias as armadilhas pra o equilíbrio da fauna e do ambiente? Como é a situação da Suíça e no exterior?
Servem para delimitar a proliferação das espécies que ficaram invadentes ou desastrosas. Exemplos: Nos Cantões suíços na Suíça e Turquia e no vale do Reno, como também em numerosos lugares na Holanda, a proliferação do rato mosqueado, que destroem maciçamente os diques, canais e margens, constringe as autoridades a controlar a reprodução com as armadilhas. As raposas, transmissoras da raiva e caçadoras dos galos selvagens (gallus morion - são indispensáveis para a fertilização do solo), devem ser caçadas, também com armadilhas, todos os anos na Suíça. O mesmo acontece na Nova Zelândia com os diabos da Tasmânia que destroem a vegetação e são transmissores da tuberculose bovina. População estimada: 70 milhões de diabos da Tasmânia.

O que diz o famoso comandante Jean-Yes Cousteau no que diz respeito a caça das focas?
Em uma transmissão televisiva francesa do diz 21 de abril de 1991º Comandante Cousteau confirmou o que os licenciados e especialistas na matéria sempre dizem: "Considerando a necessidade de manter o constante equilíbrio entre a civilização e a vida nativa, é indispensável que as populações de caçadores Inuits e da Terra Nova possam continuar a utilizar a foca como renda, inclusive casacos de peles".

Como surgiu a polêmica contra a caça da foca?
Em 1964, na falta de um regulamento internacional para o Ártico
, caçadores de diversas nacionalidades fizeram um verdadeiro massacre, caçando grandes quantidades de focas, e principalmente a caça era feita com helicópteros. Através de um grupo de cineastas, que estavam filmando uma propaganda para a televisão em Quebec, denunciaram o escândalo. Grupos extremistas aproveitaram do acontecimento, para produzirem outro filme, bem diferente, ou seja, enganoso, que foi amplamente difundido no mundo inteiro: como um pode um público, que nunca presenciou uma matança ou um animal esquartejado numa fazenda, poderiam resistir a emoção da vista do sangue no Ártico? De qualquer maneira, constatou-se que entre os anos de 1964 e 1973, este escândalo rendeu monetariamente para certos grupos de ecologistas.
Em 1967, a peleteria suíça membro da Associação Swiss Fur renunciaram voluntariamente a comprar peles e casacos de baby-foca. Esta renúncia foi respeitada, como confirmada pela estatística alfandegária. As polêmicas campanhas em mérito a proteção das focas, tiveram também conseqüências catastróficas: ninguém se interessou nem mesmo pelas peles de foca adulta, vital fonte de renda para os Inuits. No ano seguinte, pescadores e caçadores também sofreram drasticamente, essas pessoas, contra a vontade deles, serão assistidas ao 100% do governo Dinamarca e Canadá. No ano de
1973, depois de longos debates e tentativas da parte dos países interessados, foi aprovado um regulamento para evitar o abuso no Ártico e suas águas: a caça é regular, as quotas fixadas e a caça ilegal proibida. Uma apositiva conseqüência dessa regulamentação: foi a renúncia do Greenpeace com a publicidade contra a caça das focas e suas desculpas aos Inuits.

Qual a proveniência da criação dos animais com peles e utilizados na peleteria?
Cerca de 90% das peles vêem de criações e da agricultura. A criação é praticada em vários países e regiões, principalmente: Canadá, USA, Brasil, Escandinávia, França, Bélgica, Holanda, Polônia, Tchecoslováquia, China, Paquistão, Namíbia, Espanha, Ex-U.R.S.S. Em qualquer lugar que esteja em vigor normas estabelecidas e controladas dos Ministérios da Agricultura ou dos Departamentos veterinários nacionais. O mesmo ocorre para os grandes criadores de ovelhas e cabras na Espanha, Itália, Países Bálticos, Países ex-soviéticos, China, Paquistão, Namíbia, Peru, Argentina, etc. Muitos desses Países são de terceiro mundo ou em via de desenvolvimento, para os quais a vende de peles para a peleteria é uma importante fonte de divisas para o desenvolvimento econômico.
Desde XIX século presenciasse a criação de animais para peleteria na América, depois se propagou para a Europa no início do próximo século.


O que seria um "breitschwanz" e qual o seu valor comercial?
Essa é a espécie mais resistente entre a ovelhas.Originária da Ásia central, esta espécie atualmente é criada nas regiões áridas do Afeganistão, da ex-União Soviética e da África. A ovelha Karakul ou Persiano (ovelha da Pérsia) fornece alimento (carne e leite) e contribui pra a proteção da vegetação que avança pelo deserto. Porém, o Homem deve controlar a reprodução porque apenas 1/4 dos recém-nascidos encontraram alimento suficiente no seu habitat.
Este nome, breitschwanz, indica artigo em peles de ovelha de Karakul que nasceu morto ou prematuro. O seu valor pode ser 10 vezes mais baixo em relação ao da sua mãe Karakul que chega de um rebanho de criação. Menos da metade dos breitschwanz podem ser utilizadas no setor da peleteria. O resto é sem valor, pois a pele é muito fina. Por outro lado não existe nenhum meio para saber o tamanho dos fetos dentro do ventre da mãe.
**Por isso é absurdo dizer que o Homem prova deliberadamente abortos. A riqueza dos pastores consiste sobre tudo no número de animais vivos que possui.

www.bollettinotributario.it/txt
(arianna.bibero.it)
www.aip.it/pdf

Peles
Não existem leis específicas para a proteção dos animais "de peleteria", sejam selvagens ou de criação. Mas existem normas á serem aplicadas:
1) A
Convenção Européia
sobre a proteção dos animais de criação, adotada em Estrasburgo, no dia 10 de março de 1976 e aceita pela Itália dia 14 de outubro de 1985, n.623, que averigua as criações de animais "de peleteria";
2) A
Convenção de Washington
, que protege as espécies em via de extinção ou ameaçadas de extinção;
3) O
Regulamento CEE 325/91
que de janeiro de 1995 deveria proibir a compra de peles de treze espécies e o uso e a fabricação das armadilhas, alterado com decisão COM (97) 251 def. e sucessivas alterações.
4) A
Lei n.623
de 14 de outubro de 1985 estabelece as regras relativas ao tratamento dos animais de criação, no que diz respeito, as instalações, higiene, alimentação e tratamento veterinário.
5) A
Diretiva 93/119 CE de 22 de dezembro de 1993 sobre a proteção dos animais durante o corte ou o abatimento, que anexo F prevê os métodos de morte para os animais de peleteria.
6) D.Lgs 5
de fevereiro de 1997, n. 22 - Atuações das diretivas 91/156/CEE sobre detritos, 91/689/CEE sobre detritos perigosos e 94/62/CEE sobre embalagens  e detritos de embalagem (Publicado no S.O. da Gazeta Uficial n.38 de fevereiro de 1997).
*Em relação, as
pessoas físicas que possuem um artigo em peles de animais protegidos, a Lei de 7 de fevereiro de 1992, n.150, como alterada da D.L. 12 de janeiro de 1993, n.2, convertido na Lei de 13 de março de 1993, n.59, sucessivamente alterada e inclusões,  dita as disciplinas dos reatos aplicados na Itália, da Convenção de Washington. Em resumo, a partir de 05 de janeiro de 1995, não era necessário fazer uma declaração às autoridades, os possuidores de artigos em peles, mesmo de espécie protegida, a menos que não sejam colocadas à venda
.


Outras Normas
O proprietário da atividade de criação tem a obrigação de ter a inscrição no registro das empresas na Câmara de Comércio, em que a disciplina é seguida pelo Decreto Regio de 20 de setembro de 1934, n.2011 e sucessivamente alterada (L. de 4 de novembro de 1981, n.630; D.L. de 22de dezembro de 1981, n. 786; D.M. de 9 de março de 1982; D.M. de 17 de julho de 1987, n.305).  Aplicando-se também para detritos líquidos o Decreto Legislativo de 152/99 e sucessivas alterações e inclusões.


Curiosidade
A) CANADÁ: "...A partir da segunda Guerra Mundial...Inicialmente, a exploração das riquezas florestais (madeira e peles de animais) foi o grande propulsor da penetração européia no Canadá. A caça já não é atividade significativa, nem se usam os antigos métodos: há uma rigorosa legislação conservadora, e a obtenção de peles é da responsabilidade de fazendas que se dedicam à criação de animais específicos, como a raposa, a marta, o castor, a lontra, o rato-almiscareiro e especialmente o vison, que concentra mais da metade do valor do comércio de peles canadense. Montreal é um dos principais mercados do produto em todo o mundo...".
www.brasilescola.com.br

B) **As criações de animais para peleteria estão concentradas principalmente na Europa. A União Européia possui 67% da produção mundial de vison e 70% de raposa. A Dinamarca ocupa o primeiro lugar na classificação internacional de produtores exportadores de peles de vison, matéria prima de extrema importância para a peleteria internacional; a Finlândia, por sua vez, é o maior produtor mundial de peles de raposa, outra matéria prima fundamental do setor**.


** Os principais leilões de peles para peleteria, têm sede em Copenhagen, Heliski, Oslo, Nova York, San Pietroburgo, Seattle e Toronto: onde a maior parte das peles não são beneficiadas e são vendidas para o mundo inteiro. Depois as peles são beneficiadas e se o caso tingido. Na União Européia esse processo de beneficiamento se localiza na Itália, Francia e Alemanha, após esse trabalho as peles estão prontas para serem transformadas em casacos de peles ou acessórios para um artigo em tecido ou utilizadas para a produção detalhes**.

C)          **EFBA - European Fur Breeders Association
      Constituída em 1968, a European Breeders Association (EFBA) é uma organização; com 16 associações nacionais de criadores de animais parapeleteria em toda a Itália, representam 8 mil criadores.

               **IFTF - Internacional Fur Trade Federation

      Fundada em 1949, é uma federação independente com 34 associações e organizações nacionais de peleteria, que representa 28 países do mundo. Através do seu trabalho e das atividades de seus Membros, a IFTF  nos dias de hoje tenta  mostrar a imagem real do setor da
peleteria**.

 http://www.protezione-animali.com/pdf
 
               **C.I.C. Chinchilla Industry Council
 

     Fundada em 1975 com o nome North American Chinchilla Advisory Council, a idéia de seu fundador foi juntar através de representantes, os curtidores, editores de revistas, estilistas de moda e membros de outras organizações de criadores. Seus primeiros membros foram Bud Bowen (Empress C.B.C), William (Bil) Poley (Canchilla, CA), Edgard Hykes (Princeton), M.E. Caraway (MCBA), Ralph Kohr (UCA), Jay Thompson (Empress action comite), Fanetta Pike (CFCA), Bill Capobianco (Catskill Chinchilla), Bill e Maria Parker (Caressa Chinchilla Standard Select), Tom Black (CSS), Bob Harrobe (Fur Age Weekly Magazine), Helen Oliver (Chinchatter), Stan Lipson (M. Lipson & Co.), Steve Frye (Diamond Alaska), Warner Katz (Katz Pelts), Victor Brucker ( Criador de chinchila muito importante na época).

Seu primeiro Presidente foi o Sr William Poley e hoje já com o seu nome mudado para Chinchilla Industry Council e composto por 11 membros.

Seus presidentes foram:

 

  1. William Poley (Canadá) 1975 – 1984
  2. Lloyd Sullivan (EUA)1984 – 1990
  3. Tom Riestra (Canadá) 1991 – 1993
  4. Patrícia Perrin de Sullivan (México)1993 – 1999
  5. Guillermo Holzer (Chile) 1999 – 2005
  6. Carlos Perez (Brasil) 2005 -  

Os membros do CIC representam na atualidade aproximadamente 5.500 criadores das Américas e Europa.

                                                          www.chinchillaindustrycouncil.com

 
Fonte Ivos Fur e CIC

Para voltar ao menú clique aqui

http://www.chinchilla.com.br/index.asp